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A Lei do SNUC (SISTEMA NACIONAL UNIDADES DE CONSERVAÇÃO) consolidou um instrumento importante para a conservação da biodiversidade, chamado de compensação ambiental. Dizia a Lei que, no caso de empreendimentos com significativo impacto ambiental, o empreendedor estava obrigado a destinar no mínimo 0,5% do valor do empreendimento para a criação ou gestão de unidades de conservação de proteção integral.

Essa norma foi estabelecida para fazer a reparação de danos ambientais causados por desmatamento e destruição de florestas e do ecossistema.

A lei diz que, as empresas que são responsáveis por grandes obras tem que compensar os danos causados a natureza financiando, implantando e fazendo a manutenção de uma estação ecológica que deve ter o valor proporcional ao dano causado.

A partir da regulamentação da Lei do SNUC, o Ibama elaborou e começou a aplicar uma metodologia para calcular o valor da compensação ambiental, variando do mínimo de 0,5 % até o máximo de 5% do valor do empreendimento.

A compensação Ambiental serve para as empresas minimizarem ao máximo os impactos que elas podem causar ao meio ambiente nas atividades que utilizam recursos ambientais.

Essa compensação funciona com o chamado princípio poluidor – pagador que é uma forma de indenizar a natureza e prevenir os danos ambientais.

Assim podemos ter um mínimo de esperança que as empresas e as pessoas estejam se esforçando nem que seja o mínimo possível para reduzir o impacto ambiental e se conscientizando sobre o quão importante é cuidar do nosso planeta.